Quando chegares e eu correr para o braço teu
Peço que perdoe da minha alma a mendicidade
E quando vires lágrimas sabei que sou eu
Em meio aos prantos de felicidade.
Peço-te que disfarce o espanto, mas a idade,
Pode não ter sido tão suave com o rosto meu
Assim como foi com o teu e, que a saudade
Seja tão fiel quanto às cartas de amor que você leu.
Suplico que escute a voz do meu coração
Porque te lembrarás do que não mais mostrarei
Na impossibilidade que me deu a vida.
Imploro que não maltrate a emoção
Fingindo não saber que és o amado que esperei
Nem digas que teu amor desfaleceu desde a partida.


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